è de momentos destes que precisamos. È de momentos destes que preciso. Em que esqueço tudo e esqueço todos, deixo de me importar com quem está À minha volta e me liberto, por entre o som do mar e as canções mais ao menos pimbas que cantamos, sem dar importÂncia legítima aos atropelos das letras que já de si não são de grande qualidade.
Não pensei em nada, nem nas mensagens que me tentaram abalar de alguém que já não faz parte do meu presente, nem dos teus olhares penetrantes que me tentaram e quase o conseguiram. Mas hoje eu encontrei a felicidade, num momento partilhado com mais quatro pessoas, com pouco peso na minha vida e com uma vontade de mandar o mundo que nos rodeia bem para longe. Estou confiante que ainda hei-de conseguir ver o mundo com os olhos de uma criança mergulhada na sua inocência e que por isso mesmo acha que tudo o que vê, é belo, porque tudo que vê é novo. De repente volto a acreditar de novo que posso ser feliz, que vou ser feliz e que independentemente de tudo eu consigo ser feliz, pelo menos durante um minuto, segundo, por dia. Se isso compensa tudo? Não sei, mas sei que são momentos como estes puramente libertadores que me dão vontade de enfrentar o mundo pela minha felicidade, pela minha tranquilidade, pela minha paz, de parar de ouvir músicas tão reais que se tornam deprimentes ou adorar a melancolia do nevoeiro. Não, eu quero sol, eu quero paixão, eu quero sexo, eu quero poemas, eu quero música, eu quero luar, eu quero amar. Eu quero viver :D ( e não,não bebi).
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Friday, March 26, 2004
Wednesday, March 24, 2004
Já não te evito. Deixo-me levar por esta relação equivocada, previamente comprada por outro alguém.Deixo de sentir o mundo que me rodeia, para apenas me concentrar na teu ser. As tuas qualidades dão à minha busca obssessiva uma realidade transparente.Procuro vestígios da tua força, mas tu nunca permaneces. És apenas uma sombra que tenta manter a minha capacidade de sonhar intacta.
Já desisti de te ter. Sempre que te tento alcançar, escapas-me por entre os dedos, como se este sentimento fosse algo de extinto, como se eu nao passasse também de uma sombra vagueando pelos dias, como se os momentos podessem ser cobrados.
Amanhã, vou calar o coração e a razão, vai por fim prevalecer. Por mim, por ti e por mais alguém. Vou te mandar para trás das costas e guardar o teu sorriso, que mudou o meu mundo. Na minha memória ficarão apenas os bons momentos, fruto de uma relação sem compromissos e de um sentimento sem limites ou privações. Vou encontrar outro Tu, que me dê aquilo que tu nunca me conseguirás dar_ Paz.
"if it makes you happy, it can´t be that bad
If it makes you happy, so why the hell are you so ...sad"
Sherly Crow, If it makes you happy
Já desisti de te ter. Sempre que te tento alcançar, escapas-me por entre os dedos, como se este sentimento fosse algo de extinto, como se eu nao passasse também de uma sombra vagueando pelos dias, como se os momentos podessem ser cobrados.
Amanhã, vou calar o coração e a razão, vai por fim prevalecer. Por mim, por ti e por mais alguém. Vou te mandar para trás das costas e guardar o teu sorriso, que mudou o meu mundo. Na minha memória ficarão apenas os bons momentos, fruto de uma relação sem compromissos e de um sentimento sem limites ou privações. Vou encontrar outro Tu, que me dê aquilo que tu nunca me conseguirás dar_ Paz.
"if it makes you happy, it can´t be that bad
If it makes you happy, so why the hell are you so ...sad"
Sherly Crow, If it makes you happy
Sunday, March 21, 2004
Apago tudo e volto a escrever. Já há algum tempo que é assim. Mando f* o criador do vírus que infectou o meu objecto de culto e amigo nas horas vagas, onde me mergulho na solidão do meu quarto e por onde passeio por mundos que de outra maneira não teria acesso. Grito com o computador, grito comigo e grito com quem me ouvir. Enquanto metade do mundo se encolhe perante a eminência de uma guerra, eu debato-me entre conceitos que introduzi em mim mesmo. Ninguém os conhece, ninguém os pratica e enfurece-me esta minha mania de achar que sou mais do que os outros. Porquê preocupar-me com alguém que nem sequer conheço?
Mas eu preocupo-me e tento mandar-te embora. O meu corpo diz que não consegue sobreviver sem o teu xeiro, mas a minha consciência não pára e tento mandar-te embora. Prometo a mim próprio que vai ser amanhã, mas amanhã, sabes bem, é sempre longe demais...Enumero as razões para não te ter, dizer-te que não posso, que não podes, que não podemos. Enquanto isso, subo e desço as escadas do meu desespero, interno e muitas vezes externo. Penso e só penso nisto. Penso e só penso em ti.
Afinal um adolescente não vive só para o momento.
A vida devia ser fácil, deviamos poder brincar com ela e modá-la à imagem que sempre pretendemos, conseguir apagar a memória perdida e ter tempo para fugir do sofrimento que tanto nos persegue. è uma luta de valores e é minha, aqui neste momento que é só meu e do qual eu não consigo sair, fugir.Quem me dera que as coisas fossem mais fáceis. Quem me dera, simplesmente, ter-te.
Mas eu preocupo-me e tento mandar-te embora. O meu corpo diz que não consegue sobreviver sem o teu xeiro, mas a minha consciência não pára e tento mandar-te embora. Prometo a mim próprio que vai ser amanhã, mas amanhã, sabes bem, é sempre longe demais...Enumero as razões para não te ter, dizer-te que não posso, que não podes, que não podemos. Enquanto isso, subo e desço as escadas do meu desespero, interno e muitas vezes externo. Penso e só penso nisto. Penso e só penso em ti.
Afinal um adolescente não vive só para o momento.
A vida devia ser fácil, deviamos poder brincar com ela e modá-la à imagem que sempre pretendemos, conseguir apagar a memória perdida e ter tempo para fugir do sofrimento que tanto nos persegue. è uma luta de valores e é minha, aqui neste momento que é só meu e do qual eu não consigo sair, fugir.Quem me dera que as coisas fossem mais fáceis. Quem me dera, simplesmente, ter-te.
Saturday, March 20, 2004
Um adolescente deve seguir a sua intuição e nunca a razão. Não vamos ter muitos mais momentos como estes, há que viver para o momento e deixar para trás o pensamento, enquanto temos a desculpa de sermos jovens inconsequentes que vivem num mundo que os rejeita. Rodeado pelas paredes da minha consciência debato-me com aquilo que devo fazer e aquilo que posso fazer. Entrego-me a alguém que não respira por mim, mas que vive em mim, hoje e amanhã. Porque o futuro de quem tem 17 anos é amanhã e o depois de amanhã é apenas um conceito que nos implementaram, numa idade em que ainda não tinhamos criado as defesas necessárias para nos defendermos de ideias pré-fabricadas. Respiro a música que me acompanha, deixo-me levar pelos pensamentos mais descompostos que existem. Procuro no diccionário a designação para ínfiel. As palavras não saem, porque não me sinto cansado o suficiente para ter a coragem de transpôr para as letras, aquilo que sinto neste momento. SInto-me a ser ínfiel. Ínfiel aos meus pirncípios, ínfiel à minha consciência, ínfiel ao meu coração, ínfiel áqueles que sempre negaram que eu fosse. O meu corpo já não me pertence mais, vive de alguém que nunca fará parte de mim, que jamais verá o por-do-sol ao meu lado ou me dirá algo tão simples como "Amo-te".
No fundo vivemos, inconcientes para o amor, disfarçamo-nos em relações vagas e sujas para provarmos a nós próprios que somos fortes o suficiente para vivermos sem ele, mas sabemos que quando chegámos a casa, entregamo-nos ao aconchego do sofá a fim de encontrar restos de ternura desperdiçada.
Mas o ser humano não foi construído para sobreviver a relações passageiras e vazias. Há sempre uma parte que quer mais, mesmo quando sabe que nunca o vai ter.
Eu quero mais. Quero voltar a ter a minha consciÊncia limpa de todo o mal que possa vir a causar a alguém que talvez não o mereça, quero ter alguém que viva para mim e em mim, quero voltar a conseguir construir textos com o mínimo de fundamento e deixar para trás o passado que nunca foi meu amigo. Eu quero voltar a amar, porque "Só o amor me faz correr, só o amor me faz ficar, só o amor me faz perder, só o amor me faz querer mais".
Até lá e até encontrar aconchego mais profundo do que os teus braços, ou perfume mais limpo do que o teu corpo, vou continuar a passear a teu lado, sorrindo sem imaginar que vou estar triste, olhando-te sem imaginar que não te verei mais.Até quando?
No fundo vivemos, inconcientes para o amor, disfarçamo-nos em relações vagas e sujas para provarmos a nós próprios que somos fortes o suficiente para vivermos sem ele, mas sabemos que quando chegámos a casa, entregamo-nos ao aconchego do sofá a fim de encontrar restos de ternura desperdiçada.
Mas o ser humano não foi construído para sobreviver a relações passageiras e vazias. Há sempre uma parte que quer mais, mesmo quando sabe que nunca o vai ter.
Eu quero mais. Quero voltar a ter a minha consciÊncia limpa de todo o mal que possa vir a causar a alguém que talvez não o mereça, quero ter alguém que viva para mim e em mim, quero voltar a conseguir construir textos com o mínimo de fundamento e deixar para trás o passado que nunca foi meu amigo. Eu quero voltar a amar, porque "Só o amor me faz correr, só o amor me faz ficar, só o amor me faz perder, só o amor me faz querer mais".
Até lá e até encontrar aconchego mais profundo do que os teus braços, ou perfume mais limpo do que o teu corpo, vou continuar a passear a teu lado, sorrindo sem imaginar que vou estar triste, olhando-te sem imaginar que não te verei mais.Até quando?
Um adolescente deve seguir a sua intuição e nunca a razão. Não vamos ter muitos mais momentos como estes, há que viver para o momento e deixar para trás o pensamento, enquanto temos a desculpa de sermos jovens inconsequentes que vivem num mundo que os rejeita. Rodeado por as paredes da minha consciência debato-me com aquilo que devo fazer e aquilo que posso fazer. Entrego-me a alguém que não respira por mim, mas que vive em mim, hoje e amanhã. Porque o futuro de quem tem 17 anos é amanhã e o depois de amanhã é apenas um conceito que nos implementaram, numa idade em que ainda não tinhamos criado as defesas necessárias para nos defendermos de ideias pré-fabricadas. Respiro a música que me acompanha, deixo-me levar pelos pensamentos mais descompostos que existem. Procuro no diccionário a designação para ínfiel. As palavras não saem, porque não me sinto cansado o suficiente para ter a coragem de transpôr para as letras, aquilo que sinto neste momento. SInto-me a ser ínfiel. Ínfiel aos meus pirncípios, ínfiel à minha conciência, ínfiel ao meu coração, ínfiel áqueles que sempre negaram que eu fosse. O meu corpo já não me pertence mais, vive de alguém que nunca fará parte de mim, que jamais verá o por-do-sol ao meu lado ou me dirá algo tão simples como "Amo-te".
No fundo vivemos, inconcientes para o amor, disfarçamo-nos em relações vagas e sujas para provarmos a nós próprios que somos fortes o suficiente para vivermos sem ele, mas sabemos que quando chegámos a casa, entregamo-nos ao aconchego do sofá a fim de encontrar restos de ternura desperdiçada.
Mas o ser humano não foi construído para sobreviver a relações passageiras e vazias. Há sempre uma parte que quer mais, mesmo quando sabe que nunca o vai ter.
Eu quero mais. Quero voltar a ter a minha consciÊncia limpa de todo o mal que possa vir a causar a alguém que talvez não o mereça, quero ter alguém que viva para mim e em mim, quero voltar a conseguir construir textos com o mínimo de fundamento e deixar para trás o passado que nunca foi meu amigo. Eu quero voltar a amar, porque "Só o amor me faz correr, só o amor me faz ficar, só o amor me faz perder, só o amor me faz querer mais".
No fundo vivemos, inconcientes para o amor, disfarçamo-nos em relações vagas e sujas para provarmos a nós próprios que somos fortes o suficiente para vivermos sem ele, mas sabemos que quando chegámos a casa, entregamo-nos ao aconchego do sofá a fim de encontrar restos de ternura desperdiçada.
Mas o ser humano não foi construído para sobreviver a relações passageiras e vazias. Há sempre uma parte que quer mais, mesmo quando sabe que nunca o vai ter.
Eu quero mais. Quero voltar a ter a minha consciÊncia limpa de todo o mal que possa vir a causar a alguém que talvez não o mereça, quero ter alguém que viva para mim e em mim, quero voltar a conseguir construir textos com o mínimo de fundamento e deixar para trás o passado que nunca foi meu amigo. Eu quero voltar a amar, porque "Só o amor me faz correr, só o amor me faz ficar, só o amor me faz perder, só o amor me faz querer mais".
Wednesday, March 17, 2004
O desafio era simples: pegar numa personagem masculina e montar um enredo à minha escolha, com o máximo de cinco parágrafos. Eis o resultado:
Juventude: Século XXI
Ele só queria viver. Correr o mundo, sem olhar para trás, mas bastava-lhe abrir os olhos para reparar que a realidade estava muito longe do sonho idealizado.
Partilhava o quarto com o irmão, vidrado nos muitos pokémon´s, sempre a pedir atenção dos dos pais e a fazer perguntas inúteis. Com dezasseis anos a vida não tem rumo e o ser humano deixa-se levar com muita facilidade por uma corrente fraca e o insucesso escolar advinhava o futuro do pai, a trabalhar num desses muitos shoppings espalhados por uma cidade impaciente em conviver e se misturar.
Tudo piorou depois do cancro diagnosticado à mãe, infelizmente detectado tarde mais para se prever uma cura rápida e segura. Sentia-se sózinho, partilhando a solidão com os passeios polidos por chicletes e putos desorientados a tentarem entreter-se com um qualquer electrodoméstico partido e vazio.
Foi assim que a experimentou. Ao início era só para esquecer o corte que a Sara lhe havia dado, depois era para esquecer tudo e todos: os professores que lhe exigiam mais do que podiam, os pais que nada faziam ou os amigos que pura e simplesmente não existiam.
Quando abria os olhos, via o mundo que sempre sonhara e quando nao via, fumava ainda mais, na esperança de o conseguir perspectivar. Para conseguir alimentar o sonho, começou a fazer pequenos furtos, mas como os sonhos se tornavam cada vez maiores, começou a fazer grandes furtos. Os pais estranhavam a ausência do filho, mas a sua atenção estava centrada no consumidor de pokemon´s e por isso tornaram-se seres passivos ao problema que se advinhava.
Os pais ainda lhe recordam o sorriso alegre e a segurança que procurava neles. A mãe conseguiu sobreviver ao cancro, o pai a um emprego demasiado chato para ser levado a sério e o irmão a videojogos mais violentos do que qualquer guerra. Contudo foi o bilhete deixado junto a um corpo mutilado por uma overdose que deixou mais sequelas, "Só queria Viver".
Juventude: Século XXI
Ele só queria viver. Correr o mundo, sem olhar para trás, mas bastava-lhe abrir os olhos para reparar que a realidade estava muito longe do sonho idealizado.
Partilhava o quarto com o irmão, vidrado nos muitos pokémon´s, sempre a pedir atenção dos dos pais e a fazer perguntas inúteis. Com dezasseis anos a vida não tem rumo e o ser humano deixa-se levar com muita facilidade por uma corrente fraca e o insucesso escolar advinhava o futuro do pai, a trabalhar num desses muitos shoppings espalhados por uma cidade impaciente em conviver e se misturar.
Tudo piorou depois do cancro diagnosticado à mãe, infelizmente detectado tarde mais para se prever uma cura rápida e segura. Sentia-se sózinho, partilhando a solidão com os passeios polidos por chicletes e putos desorientados a tentarem entreter-se com um qualquer electrodoméstico partido e vazio.
Foi assim que a experimentou. Ao início era só para esquecer o corte que a Sara lhe havia dado, depois era para esquecer tudo e todos: os professores que lhe exigiam mais do que podiam, os pais que nada faziam ou os amigos que pura e simplesmente não existiam.
Quando abria os olhos, via o mundo que sempre sonhara e quando nao via, fumava ainda mais, na esperança de o conseguir perspectivar. Para conseguir alimentar o sonho, começou a fazer pequenos furtos, mas como os sonhos se tornavam cada vez maiores, começou a fazer grandes furtos. Os pais estranhavam a ausência do filho, mas a sua atenção estava centrada no consumidor de pokemon´s e por isso tornaram-se seres passivos ao problema que se advinhava.
Os pais ainda lhe recordam o sorriso alegre e a segurança que procurava neles. A mãe conseguiu sobreviver ao cancro, o pai a um emprego demasiado chato para ser levado a sério e o irmão a videojogos mais violentos do que qualquer guerra. Contudo foi o bilhete deixado junto a um corpo mutilado por uma overdose que deixou mais sequelas, "Só queria Viver".
Sunday, March 14, 2004
Acreditar
Vivemos na expectativa de encontrar alguém para atravessar mais um amanhã cinzento. Procuramos em todos os rostos, gestos e odores, traços do nosso sonho incompreendido. Aquela luz que nos guiará por o caminho que se adivinha cada vez mais arrependido. Quando finalmente sentimos que o nosso coração bate por alguém, que o nosso riso existe por alguém, que vivemos porque alguém vive, dá-se uma entrega total da nossa parte. Mandámos o mundo para trás das costas e agarramo-nos às mensagens com palavras de amor. Por momentos conseguimos ser felizes, passamos a pertencer áquela elite que já sentiu o sol, quando só havia chuva, que viu as estrelas, quando só havia lua. E vivemos. E desejámos nunca mais morrer, porque aquele momento vale a pensa ser vivido. Quando tudo acaba, desaparecemos nos confins do nosso próprio sentimento. Inventamos uma fúria enturpecedora e calámos o nosso coração com todos os defeitos que ele nunca havia visto, quanto mais sentido.
O que sobra, é um ser que não quer viver, que não acredita mais na entrega absoluta por algo tão passageiro e dissolúvel. Fugimos de tudo e de todos, agarramonos ao nosso próprio medo e passamos a viver com os olhos no passado. Já nada interessa, já nada faz sentido, já nada vale a pena ser respirado.
Criam-se tantas expectativas por algo tão passageiro numa sociedade como a nossa. Somos bombardeados com casais sorridentes a partilhar uma vida de sonho, sem problemas, sem solidão, que achamonos no direito de ter algo parecido. Quando percebemos que a vida não é um anúncio de 5 minutos, daqueles em que os protagonistas vivem numa casa de 7 assoalhadas e o seu único problema é terem uma criança que pinta as paredes de uma cor contagiante e feliz. É aí, que deixamos de acreditar. Em tudo e em todos.
Alguém me pediu para não deixar de acreditar. Para continuar a acreditar que "o sol sempre amou a lua", nas ridículas cartas de amor de Fernando Pessoa, ou mesmo nos bolinhos da sorte chineses. "Acredita que tu acreditas em ti". Eu acredito em mim, mas quem é capaz de acreditar nos outros?
Vivemos na expectativa de encontrar alguém para atravessar mais um amanhã cinzento. Procuramos em todos os rostos, gestos e odores, traços do nosso sonho incompreendido. Aquela luz que nos guiará por o caminho que se adivinha cada vez mais arrependido. Quando finalmente sentimos que o nosso coração bate por alguém, que o nosso riso existe por alguém, que vivemos porque alguém vive, dá-se uma entrega total da nossa parte. Mandámos o mundo para trás das costas e agarramo-nos às mensagens com palavras de amor. Por momentos conseguimos ser felizes, passamos a pertencer áquela elite que já sentiu o sol, quando só havia chuva, que viu as estrelas, quando só havia lua. E vivemos. E desejámos nunca mais morrer, porque aquele momento vale a pensa ser vivido. Quando tudo acaba, desaparecemos nos confins do nosso próprio sentimento. Inventamos uma fúria enturpecedora e calámos o nosso coração com todos os defeitos que ele nunca havia visto, quanto mais sentido.
O que sobra, é um ser que não quer viver, que não acredita mais na entrega absoluta por algo tão passageiro e dissolúvel. Fugimos de tudo e de todos, agarramonos ao nosso próprio medo e passamos a viver com os olhos no passado. Já nada interessa, já nada faz sentido, já nada vale a pena ser respirado.
Criam-se tantas expectativas por algo tão passageiro numa sociedade como a nossa. Somos bombardeados com casais sorridentes a partilhar uma vida de sonho, sem problemas, sem solidão, que achamonos no direito de ter algo parecido. Quando percebemos que a vida não é um anúncio de 5 minutos, daqueles em que os protagonistas vivem numa casa de 7 assoalhadas e o seu único problema é terem uma criança que pinta as paredes de uma cor contagiante e feliz. É aí, que deixamos de acreditar. Em tudo e em todos.
Alguém me pediu para não deixar de acreditar. Para continuar a acreditar que "o sol sempre amou a lua", nas ridículas cartas de amor de Fernando Pessoa, ou mesmo nos bolinhos da sorte chineses. "Acredita que tu acreditas em ti". Eu acredito em mim, mas quem é capaz de acreditar nos outros?
Wednesday, March 10, 2004
De que cor é o medo? Não sei, mas eu sinto-o. Aqui, neste quarto povoado por fotografias, por pessoas que já não me acompanham, que foram deixadas para trás pelo tempo e pelos seus atormentos. Um adolescente vive rodeado por paredes revestidas por uma cor que lembra o medo. Não é preto, não é cinzento, nem o branco, é o nada. O nada que se espalha pelas nossas veias e por todos os poros da nossa pele. E de repente deixamos de sentir tudo o que nos rodeia, porque a cor do medo é baça. O sol já não nos sorri, o mar parece não nos compreender e os pais dão-se conta que nunca vamos ser aquilo que eles uma vez e todas as vezes sonharam que fôssemos. A única coisa que nos faz avançar, é a luz ao fundo do túnel. A idade adulta. E por isso combatemos o medo para chegarmos a esse nível e o medo, por fim, desapareça. Foi isso que nos ensinaram. Os adultos não têm medo. Não temem nada, nem devem explicações da sua vida imperfeita a ninguém. E por isso vivemos na ilusão desse mundo que nunca será encontrado.
O mundo devia ser capaz de nos segurar e nós de pedir ajuda. Vagueamos por aí, à espera do tal sorriso que nos trará a luz tão desejada que a nossa vida tão precisa, mas estamos tão revestidos pelo medo que ela passa por nós e nem nos damos conta. E quando olhamos para trás, a razão da nossa existência passou por nós, sorriu-nos, convidou-nos para um café e nós nem demos por isso. embrenhados nos nossos pensamentos altruístas e egoístas, fruto de quem nasceu para pensar nos seus problemas como se vivesse sozinho no mundo, perdido no meio desta galáxia, que dizem ser imensa. Alguns procuram a fuga na erva, mais ao menos fácil de arranjar que os leva a lugares onde eles nunca poderão estar, outros no grito da infância roubada e outros ainda nas novas tecnologias, que nos permitem sermos quem quisermos onde quisermos. É um mudo tão vasto, cheio de pequenos perigos, cheio de insconsciência e falta de razão, de depressão e intuição, de paixão, sexo e por fim de medo. De medo de desiludir o mundo, que nos destinou um papel para o qual nem sempre estamos preparados para desempenhar, de medo de sermos aquilo que sentimos que somos, de medo do ´próprio medo. O discman acaba por se tornar o nosso melhor amigo, sempre disponível para tudo e para todos. Quando é que isto acaba? Dizem que é agora que se vive a vida, que se mata os fantasmas do passado e se constroi a nossa identidade, o nosso ser, aquilo que nos vai delimitar no futuro. Mas que fazer quando já nascemos limitados? Há sempre uma boa razão para não nos sentirmos bons o suficiente.
O mundo devia ser capaz de nos segurar e nós de pedir ajuda. Vagueamos por aí, à espera do tal sorriso que nos trará a luz tão desejada que a nossa vida tão precisa, mas estamos tão revestidos pelo medo que ela passa por nós e nem nos damos conta. E quando olhamos para trás, a razão da nossa existência passou por nós, sorriu-nos, convidou-nos para um café e nós nem demos por isso. embrenhados nos nossos pensamentos altruístas e egoístas, fruto de quem nasceu para pensar nos seus problemas como se vivesse sozinho no mundo, perdido no meio desta galáxia, que dizem ser imensa. Alguns procuram a fuga na erva, mais ao menos fácil de arranjar que os leva a lugares onde eles nunca poderão estar, outros no grito da infância roubada e outros ainda nas novas tecnologias, que nos permitem sermos quem quisermos onde quisermos. É um mudo tão vasto, cheio de pequenos perigos, cheio de insconsciência e falta de razão, de depressão e intuição, de paixão, sexo e por fim de medo. De medo de desiludir o mundo, que nos destinou um papel para o qual nem sempre estamos preparados para desempenhar, de medo de sermos aquilo que sentimos que somos, de medo do ´próprio medo. O discman acaba por se tornar o nosso melhor amigo, sempre disponível para tudo e para todos. Quando é que isto acaba? Dizem que é agora que se vive a vida, que se mata os fantasmas do passado e se constroi a nossa identidade, o nosso ser, aquilo que nos vai delimitar no futuro. Mas que fazer quando já nascemos limitados? Há sempre uma boa razão para não nos sentirmos bons o suficiente.
Tuesday, March 09, 2004
Somos tão corruptíveis. Vivemos de palavras vazias, no vazio de milhares pessoas que partilham o seu dia a dia com tantas outras. Vivemos para nós, sem nos darmos conta que ao nosso lado alguém precisa de ajuda e que atrás de nós alguém nos quer dá-la. Vivemos de palavras vazias, sem nos darmos conta do que se passa à nossa volta, revestidos por roupas da marca e por um comportamento puro e incorruptível. Afogamos as nossas magoas no alcóol barato, na esperança de que os outros tenham pena da nossa insegnificância e passem a permitir que partilhemos com eles os dias longos, numa cidade que não quer saber de ninguém. E crescemos assim, numa sociedade que nos chama de rasca, apenas porque temos coragem de ser piores do que eles alguma vez pensaram em ser. Ensinam-nos a ser grandes médicos, advogados, jornalistas, mas quem nos ensina a saber amar? A dar, sem pedir nada em troca, a ajudar o desconhecido quando ele chora numa das muitas ruas porque não consegue sobreviver. Enquanto isso ensinan-nos que devemos calçar a sapatilha da moda, vestir a camisola do momento e pintar o coração da cor que toda a gente gosta. No fim, ficamos sem identidade, sem carisma, mas ganhamos alguma coisa. Um canto qualquer, num grupo qq, mas que é nosso, mas no fim sabemos que são só palavras soltas. A verdade não existe e as palavras começam-se a confudir a si mesmas, porque é assim que um adolescente vive : na sua própria confusão desde que descobriram que havia uma fase entre a infância e e a fase para a qual todos corremos, a idade adulta. E cada dia, é cada vez mais vazio, cada minuto é mais longo, cada momento é duro. A insegurança chega a doer. São só palavras soltas, mas são muitas as vezes em que as mesmas palavras soltas nos deitam abaixo.
Somos tão corruptíveis. Vivemos de palavras vazias, no vazio de milhares pessoas que partilham o seu dia a dia com tantas outras. Vivemos para nós, sem nos darmos conta que ao nosso lado alguém precisa de ajuda e que atrás de nós alguém nos quer dá-la. Vivemos de palavras vaizas, sem nos darmos conta do que se passa à nossa volta, revestidos por roupas da marca e por um comportamento puro e incorruptível. Afogamos as nossas magoas no alcóol barato, na esperança de que os outros tenham pena da nossa insegnificância e passem a permitir que partilhemos com eles os dias longos, numa cidade que não quer saber de ninguém. E crescemos assim, numa sociedade que nos chama de rasca, apenas porque temos coragem de ser piores do que eles alguma vez pensaram em ser. Ensinam-nos a ser grandes médicos, advogados, jornalistas, mas quem nos ensina a saber amar? A dar, sem pedir nada em troca, a ajudar o desconhecido quando ele chora numa das muitas ruas porque não consegue sobreviver. Enquanto isso ensinan-nos que devemos calçar a sapatilha da moda, vestir a camisola do momento e pintar o coração da cor que toda a gente gosta. No fim, ficamos sem identidade, sem carisma, mas ganhamos alguma coisa. Um canto qualquer, num grupo qq, mas que é nosso, mas no fim sabemos que são só palavras soltas. A verdade não existe e as palavras começam-se a confudir a si mesmas, porque é assim que um adolescente vive : na sua própria confusão desde que descobriram que havia uma fase entre a infância e e a fase para a qual todos corremos, a idade adulta. E cada dia, é cada vez mais vazio, cada momento é mais longo, cada momento é duro. A insegurança chega a doer. São só palavras soltas, mas são muitas as vezes em que nos deitam abaixo...l
Friday, March 05, 2004
Preciso de paz. Percorro este caminho, um bocado sem rumo à espera que o destino me traga aquilo de que eu tanto preciso. Só o tempo o dirá. Quando se acaba magoado por alguém, leva tempo a que o nosso corpo e a nossa mente se unam novamente para juntos se tornarem mais do que um ser mutilado. E cada dia é uma busca. Pelo caminho, tropeça-se, cometem-se erros, mais ao menos graves em nome de uma adolescência que se quer livre. Afinal de que serve tudo isto? Entre uma pringle e um copo de coca-cola os pensamentos acabam por fluír e o coração cansado de uma luta angustiante pela procura da razão de bater acaba por repousar.
Só queria alcançar aquela paz de alma que nos permite ficar imunes a todas aquelas coisas que normalmente nos afectariam. Para isso mergulho-me nas canções mais aa menos depressivas e nos filmes que retratam aquelas histórias, seja de amor ou de terror, que eu não consigo viver.Às vezes dá vontade de largar tudo. È tanta a pressão e tanto o medo de falhar...Horas a tentar moderar a dicção, a melhorar a imagem, a tentar ser aquilo que nem sempre é suposto ser. E o sol que não vem e o rumo que está perdido. Não consigo fugir deste estado. Quando nos sentimos mutilados por dentro e por fora, o que é suposto fazer? Erguer a cabeça e continuar em frente, ou cair no esquecimento da nossa prórpia solidão? Onde está aquela luz que nos deveria guiar, a fim de nos levar a um lugar mais seguro, onde o amor nao seria mais um lugar estranho? È tarde e por isso talvez o pensamento não coincida com a fluidez da escrita, mas também não há grande sono, porque sonhar nem sempre é agradável.
Preciso de paz, para voar por entre os os pilares do meu próprio medo. Talvez me esteja a tornar uma pessoa cinzenta, mas não há grande motivação para percorrer um caminho desgastado por relações ocas e atormentadas. Não existe fim, quando não houve princípio.
Rádio Macau - "Já não sei viver, sem ter de viver".- Acordar
Luis_silva@tvtel.pt
Só queria alcançar aquela paz de alma que nos permite ficar imunes a todas aquelas coisas que normalmente nos afectariam. Para isso mergulho-me nas canções mais aa menos depressivas e nos filmes que retratam aquelas histórias, seja de amor ou de terror, que eu não consigo viver.Às vezes dá vontade de largar tudo. È tanta a pressão e tanto o medo de falhar...Horas a tentar moderar a dicção, a melhorar a imagem, a tentar ser aquilo que nem sempre é suposto ser. E o sol que não vem e o rumo que está perdido. Não consigo fugir deste estado. Quando nos sentimos mutilados por dentro e por fora, o que é suposto fazer? Erguer a cabeça e continuar em frente, ou cair no esquecimento da nossa prórpia solidão? Onde está aquela luz que nos deveria guiar, a fim de nos levar a um lugar mais seguro, onde o amor nao seria mais um lugar estranho? È tarde e por isso talvez o pensamento não coincida com a fluidez da escrita, mas também não há grande sono, porque sonhar nem sempre é agradável.
Preciso de paz, para voar por entre os os pilares do meu próprio medo. Talvez me esteja a tornar uma pessoa cinzenta, mas não há grande motivação para percorrer um caminho desgastado por relações ocas e atormentadas. Não existe fim, quando não houve princípio.
Rádio Macau - "Já não sei viver, sem ter de viver".- Acordar
Luis_silva@tvtel.pt
Wednesday, March 03, 2004
Dicas:
Para aqueles dias não, em que a rádio só passa músicas alegres e divertidas e não podemos ouvir um réstio de felicidade como «i´m like a bird» ou «walkin on sunshine» aqui ficam algumas músicas que vos podem fazer companhia durantes esses momentos, porque a vida nem sempre nos sorri e por vezes só queremos mergulhar no vazio da nossa solidão.
Duran Duran _ Ordinary World
U2 _ One
Phill Colins _ I wish it would rain know
Sarah Mclachlan _ Angel
Avril Lavigne _ Tomorrow
Cafe del mar _ Beautiful
Aimee Man _ Wise up
Ez Special _ Thinkin about you
Rádio Macau _ Acordar
Skunk Anansie _ Secretely
Gary Jules _ Mad world
Natalie Imbruglia _ That day
Clã _ Problema de expressão
No Doubt _ Don´t speak
Linkin Park _ Numb
Chris Isaak _ Wicked game
Evanescence _ My immortal
Madonna _ Substitute 4 love/Drowned world
Alicia Keys _ Butterfly
Celine Dion _ All by myself
Coldplay _ Yellow
Radiohead _ Creep
Rui Veloso _ Jura
Patrick Swayze _ She´s like the wind
Lene Marlin _ You weren´t there
Silence 4 _ To give
R.E.M. _ Everybody hurt´s
Para aqueles dias não, em que a rádio só passa músicas alegres e divertidas e não podemos ouvir um réstio de felicidade como «i´m like a bird» ou «walkin on sunshine» aqui ficam algumas músicas que vos podem fazer companhia durantes esses momentos, porque a vida nem sempre nos sorri e por vezes só queremos mergulhar no vazio da nossa solidão.
Duran Duran _ Ordinary World
U2 _ One
Phill Colins _ I wish it would rain know
Sarah Mclachlan _ Angel
Avril Lavigne _ Tomorrow
Cafe del mar _ Beautiful
Aimee Man _ Wise up
Ez Special _ Thinkin about you
Rádio Macau _ Acordar
Skunk Anansie _ Secretely
Gary Jules _ Mad world
Natalie Imbruglia _ That day
Clã _ Problema de expressão
No Doubt _ Don´t speak
Linkin Park _ Numb
Chris Isaak _ Wicked game
Evanescence _ My immortal
Madonna _ Substitute 4 love/Drowned world
Alicia Keys _ Butterfly
Celine Dion _ All by myself
Coldplay _ Yellow
Radiohead _ Creep
Rui Veloso _ Jura
Patrick Swayze _ She´s like the wind
Lene Marlin _ You weren´t there
Silence 4 _ To give
R.E.M. _ Everybody hurt´s
Light
You cannot imagine the light
that you brought to my life.
After so many years
searching someone in those wild night´s
I found my reason to breathe
beyond my childish fears.
It´s a strength that grow´s inside my heart
wich makes my knees weak
and makes me act life a freak.
I don´t know everything about you
but i know the effect that you caused in my world
makin´me believe that i would not suffer anymore
cause that was before
With you i found my tear lookin´pretty
My body lookin´perfect
My soul lookin´complete
WIth you i found myself living a dream
Those where you just wanna scream
Cause you feel so free
that you don´t believe that can be real
I follow so many faces
enter to so many places
but only know i discover the real me
drowning in something that even words could not tell.
Sometimes i feel that i don´t deserve so mutch grace
but after so many lies, revenge and pain
i see your name written in my heart.
I never knew it would be likes this from the start
but i ´m happy, cause finnally i´m not playing a silly game.
I just wanna catch this moment
and make it perfect as long i can take it,
Cause i feel that i can shine again
To everyone, withouth no blame,
As long i feel stronger enough to breathe so much light
i will never end this feeling, the one that brought me to life.
You cannot imagine the light
that you brought to my life.
After so many years
searching someone in those wild night´s
I found my reason to breathe
beyond my childish fears.
It´s a strength that grow´s inside my heart
wich makes my knees weak
and makes me act life a freak.
I don´t know everything about you
but i know the effect that you caused in my world
makin´me believe that i would not suffer anymore
cause that was before
With you i found my tear lookin´pretty
My body lookin´perfect
My soul lookin´complete
WIth you i found myself living a dream
Those where you just wanna scream
Cause you feel so free
that you don´t believe that can be real
I follow so many faces
enter to so many places
but only know i discover the real me
drowning in something that even words could not tell.
Sometimes i feel that i don´t deserve so mutch grace
but after so many lies, revenge and pain
i see your name written in my heart.
I never knew it would be likes this from the start
but i ´m happy, cause finnally i´m not playing a silly game.
I just wanna catch this moment
and make it perfect as long i can take it,
Cause i feel that i can shine again
To everyone, withouth no blame,
As long i feel stronger enough to breathe so much light
i will never end this feeling, the one that brought me to life.
Thursday, February 26, 2004
Acordar
Vejo-te ao longe, perdida sem mim
Estendo-te a mão e sorris com um sim
A vida é tão feitas de nadas
de tudos e de falsas fadas
no fim, é tudo um sofrimento sem fim.
Mas então descobri-te e nunca mais te esqueci
Queria poder tocar-te e talvez amar-te
dizer que é em ti que penso
e que vivo por este sentimento denso
Mas não te conheço
e mesmo sem te falar, não te esqueço.
vivo mergulhado nas rimas ricas ou pobres
a ver se me descobres
encoberto por uma máscara que já usei
mas que como tudo, cansei
Estou aqui para dizer que te quero conhecer
Ao teu lado estarei para te entender
Não importa os erros do passado
Porque ele acabará por ser lavado
Entrega-me os teus lábios
E eu mostro-te como é que eles podem ser sábios
Não interessa se o amor é um lugar estranho
Porque agora eu só quero amar esse teu corpo castanho
E era por ti que eu parava
E ficava toda a noite e nem hesitava
Agora que te conheci, quero fazer tudo por ti
Nunca parar de estar ao teu lado
Amar-te sem pecado
parece ser este o meu fado
os outros que se lixem
não foram feitos para me ouvir
mas é a ti que eu quero sentir
mergulhar no teu cabelo
e Acordar ao vê-lo.
QUero que saibas que não te vou largar
para um qualquer te roubar
Sente a minha batida, agarra-te à minha vida
Pois é por ti que ela é vivida
Isto é para ti, para saberes que ainda não te esqueci
Que não desisti de te conhecer, apesar de não te entender
Não importa os erros do passado
pois ele acabará por ser lavado
entrega-me essa tua vida
e eu faço de ti a minha diva,
Não importa se o amor é um lugar estranho
pois eu só quero amar esse teu corpo castanho.
E queria que soubesses que o meu coração pára para te ver
E os meus olhos nunca deixam de te ler.
Fixo o meu pensamento em ti
Acordo e axo k te sorri
Esqueço tudo e juro que ainda te hei-de ter
Porque não acaba este querer
E é tão grande esta minha vontade de dar
De te ver, pois és tu a razão do meu Acordar.
Luís Gomes
Luis_silva@tvtel.pt
Vejo-te ao longe, perdida sem mim
Estendo-te a mão e sorris com um sim
A vida é tão feitas de nadas
de tudos e de falsas fadas
no fim, é tudo um sofrimento sem fim.
Mas então descobri-te e nunca mais te esqueci
Queria poder tocar-te e talvez amar-te
dizer que é em ti que penso
e que vivo por este sentimento denso
Mas não te conheço
e mesmo sem te falar, não te esqueço.
vivo mergulhado nas rimas ricas ou pobres
a ver se me descobres
encoberto por uma máscara que já usei
mas que como tudo, cansei
Estou aqui para dizer que te quero conhecer
Ao teu lado estarei para te entender
Não importa os erros do passado
Porque ele acabará por ser lavado
Entrega-me os teus lábios
E eu mostro-te como é que eles podem ser sábios
Não interessa se o amor é um lugar estranho
Porque agora eu só quero amar esse teu corpo castanho
E era por ti que eu parava
E ficava toda a noite e nem hesitava
Agora que te conheci, quero fazer tudo por ti
Nunca parar de estar ao teu lado
Amar-te sem pecado
parece ser este o meu fado
os outros que se lixem
não foram feitos para me ouvir
mas é a ti que eu quero sentir
mergulhar no teu cabelo
e Acordar ao vê-lo.
QUero que saibas que não te vou largar
para um qualquer te roubar
Sente a minha batida, agarra-te à minha vida
Pois é por ti que ela é vivida
Isto é para ti, para saberes que ainda não te esqueci
Que não desisti de te conhecer, apesar de não te entender
Não importa os erros do passado
pois ele acabará por ser lavado
entrega-me essa tua vida
e eu faço de ti a minha diva,
Não importa se o amor é um lugar estranho
pois eu só quero amar esse teu corpo castanho.
E queria que soubesses que o meu coração pára para te ver
E os meus olhos nunca deixam de te ler.
Fixo o meu pensamento em ti
Acordo e axo k te sorri
Esqueço tudo e juro que ainda te hei-de ter
Porque não acaba este querer
E é tão grande esta minha vontade de dar
De te ver, pois és tu a razão do meu Acordar.
Luís Gomes
Luis_silva@tvtel.pt
No Doubt
Don´t Speak
You and me
we used to be together
everyday together, always
I really feel i´m losing my best friend
i can´t believe this could be the end
It looks as though you´re letting go
and if i´t´s real , i don´t want to know
Don´t Speak i know just what you´re saying
so please stop explaining
don´t tell me cause it hurts
Don´t speak i know what you´re thinkin
And i don´t need you´re reasons
don´t tell me cause it hurts
Our memories
They can be inviting
But some are altogether
Mighty frightening
As we die, both, you and i
with my head in my hands
I sit and cry
It´s all ending
i gotta stop pretending who we are
You and me...i can see us dying, are we?
Don´t Speak
You and me
we used to be together
everyday together, always
I really feel i´m losing my best friend
i can´t believe this could be the end
It looks as though you´re letting go
and if i´t´s real , i don´t want to know
Don´t Speak i know just what you´re saying
so please stop explaining
don´t tell me cause it hurts
Don´t speak i know what you´re thinkin
And i don´t need you´re reasons
don´t tell me cause it hurts
Our memories
They can be inviting
But some are altogether
Mighty frightening
As we die, both, you and i
with my head in my hands
I sit and cry
It´s all ending
i gotta stop pretending who we are
You and me...i can see us dying, are we?
Saturday, February 21, 2004
Passados alguns dias, olho para trás e contemplo a insensatez das minhas acções. Aquela insensatez digna de um adolescente meio perdido que acha que encontrou o caminho que tanto buscava, rodeado por uma sociedade esquizofrénica.
Lembro-me de tudo. Das palavras apaixonadas, do mediatismo inopurtuno, das mãos dadas e dos momentos mais ao menos intímos. Lembro-me inclusive de me teres dito que amavas o meu ser e tudo que nele residia e de repente, puff, não me dizeres nada durante cinco dias. Acabas-te por dizer, e como menina do século 21 que és, acabas-te por me dizer algo através das novas tecnologias. Bem, se ser mandado para trás , quando nada indica, já é mau, se não saber nada de ti durante alguns penosos dias, já é muito mau,então levar um corte via sms...é suficiente mau para te ganhar um sentimento adverso muito grande.Porquê? Porque significa que tavas a cagar para mim,mostra que não tens qualquer respeito pela pessoa que sou, já para não falar que não sentias metade do que dizias e que me fizeste mergulhar num sonho do qual me custou muito a acordar. Acabo por achar que fui usado. Mostras-te a meio mundo que eras suficientemente boa para andar comigo e depois do facto consumado mandas-me passear. Magoas-te duas pessoas que gostavam de ti e nem te importaste com isso.Nunca mais te vi, mas também não tenho grande vontade de te ver. Se já te achava suficientemente mimada, agora acho-te suficientemente imatura porque nem tiveste a coragem de vir falar comigo,admitir à minha frente o que tinhas feito e como tinhas errado.Se calhar não achas que erras-te...Mas estás sozinha e no fim, estarás ainda mais sozinha.Se as pessoas que te conhecem já não gostavam de ti, agora é que não acho que haja volta a dar.E tu mereces.Podes não admitir, mas tu mereces.Só espero que não te arrependas, porque se te arrependeres... bem, acredita que eu não vou estar aqui.Uma é vez é suficiente para aprender o que tinha para aprender.
Confesso que vou ter saudades. Não de ti, mas da tua família. Da tua mãe, pessoa fantástica, da tua irmã sempre excelente comigo ao contrário da imagem que me transmitias e mesmo do imberbe do teu irmão, adolescente também perdido, fruto de uma família desintegrada.
O que me mete mais ...nojo, sim é esta a palavra certa, foi termos passeado em frente a toda a escola de mão dada como se fossemos o par ideal e andássemos há meia dúzia de anos. Até hoje ainda não percebi porque fizemos isso, ou talvez saiba e não queira saber. A verdade nem sempre é saudável.
Este será o último dos meus textos dedicados à tua pessoa. Após ler o que já escrevi, sinto-me tão parvo como quando tinha 7 anos e escrevia cartas de amor à minha namorada de infância.É a última, como se tu merecesses a primeira...
Lembro-me de tudo. Das palavras apaixonadas, do mediatismo inopurtuno, das mãos dadas e dos momentos mais ao menos intímos. Lembro-me inclusive de me teres dito que amavas o meu ser e tudo que nele residia e de repente, puff, não me dizeres nada durante cinco dias. Acabas-te por dizer, e como menina do século 21 que és, acabas-te por me dizer algo através das novas tecnologias. Bem, se ser mandado para trás , quando nada indica, já é mau, se não saber nada de ti durante alguns penosos dias, já é muito mau,então levar um corte via sms...é suficiente mau para te ganhar um sentimento adverso muito grande.Porquê? Porque significa que tavas a cagar para mim,mostra que não tens qualquer respeito pela pessoa que sou, já para não falar que não sentias metade do que dizias e que me fizeste mergulhar num sonho do qual me custou muito a acordar. Acabo por achar que fui usado. Mostras-te a meio mundo que eras suficientemente boa para andar comigo e depois do facto consumado mandas-me passear. Magoas-te duas pessoas que gostavam de ti e nem te importaste com isso.Nunca mais te vi, mas também não tenho grande vontade de te ver. Se já te achava suficientemente mimada, agora acho-te suficientemente imatura porque nem tiveste a coragem de vir falar comigo,admitir à minha frente o que tinhas feito e como tinhas errado.Se calhar não achas que erras-te...Mas estás sozinha e no fim, estarás ainda mais sozinha.Se as pessoas que te conhecem já não gostavam de ti, agora é que não acho que haja volta a dar.E tu mereces.Podes não admitir, mas tu mereces.Só espero que não te arrependas, porque se te arrependeres... bem, acredita que eu não vou estar aqui.Uma é vez é suficiente para aprender o que tinha para aprender.
Confesso que vou ter saudades. Não de ti, mas da tua família. Da tua mãe, pessoa fantástica, da tua irmã sempre excelente comigo ao contrário da imagem que me transmitias e mesmo do imberbe do teu irmão, adolescente também perdido, fruto de uma família desintegrada.
O que me mete mais ...nojo, sim é esta a palavra certa, foi termos passeado em frente a toda a escola de mão dada como se fossemos o par ideal e andássemos há meia dúzia de anos. Até hoje ainda não percebi porque fizemos isso, ou talvez saiba e não queira saber. A verdade nem sempre é saudável.
Este será o último dos meus textos dedicados à tua pessoa. Após ler o que já escrevi, sinto-me tão parvo como quando tinha 7 anos e escrevia cartas de amor à minha namorada de infância.É a última, como se tu merecesses a primeira...
Sunday, February 15, 2004
Joguei mal. A falta de concentração não ajudou. Ganhamos, mas joguei mal.
Frases como "sinto-me tão bem ao teu lado" ou "Amo-te tanto" ecoam na minha cabeça a cada momento, sem nunca me deixarem pensar em voltar a viver. O que me aborrerce mais foi termos namora e do eu ter enchido o meu coração de esperanças que pelos vistos eram falsas. Agora, sinto-me sem chão, sem tecto, sem barreiras.
Sempre te disse que te dava o tempo que quisesses, que eu estaria ali quando o tempo surgisse, mas não!! Mandas-te o teu beto ao ar, sem que nada o fizesse esperar e fizeste-me juras de amor, como se o amor fosse eterno.Pois, é que pelos vistos não é. Após três dias, disseste-me que precisavas de um tempo. Passaram cinco dias e eu não sei nada de ti. Sei apenas que na tua opinião sou o rapaz mais lindo que existe, mas não sei mais nada. Em cinco dias apenas me dizes um piropo superficial e barato, como se apenas o meu ser fosse feito de algo exclusivamente exterior.Disseste também que me ias telefonar- não telefonas-te, já para não falar no prometido encontro sexta-feira ao qual faltaste sem me dar uma explicação. Que estejas a passar por uma grande hesitação, compreendo, agora o que não compreendo é que estejas a passar por ela agora, porque sempre me havias dito que em ti só havia certezas, nunca dúvidas. E agora? Em que ficamos? Vou fugir. Não acho certo que tenhas magoado duas pessoas em tao pouco tempo. È que a massa cinzenta que temos cá dentro, curiosamente foi feita para pensar e para tentar evitar erros destes. Se nunca tivesses andado comigo, hoje era muito mais feliz pois viveria na ilusão do que poderia ter sido o nosso amor. A palavra que me ocorre é DeSiLuSão. Muita, mUita, mas mesmo muita.Acho que nunca esperei isto de ti. Mas eu não vou ficar à tua espera. tenho uma vida para viver e agora que a descobri não vou ficar agarrado a uma memória inesquecível,sim, mas perdida.
Frases como "sinto-me tão bem ao teu lado" ou "Amo-te tanto" ecoam na minha cabeça a cada momento, sem nunca me deixarem pensar em voltar a viver. O que me aborrerce mais foi termos namora e do eu ter enchido o meu coração de esperanças que pelos vistos eram falsas. Agora, sinto-me sem chão, sem tecto, sem barreiras.
Sempre te disse que te dava o tempo que quisesses, que eu estaria ali quando o tempo surgisse, mas não!! Mandas-te o teu beto ao ar, sem que nada o fizesse esperar e fizeste-me juras de amor, como se o amor fosse eterno.Pois, é que pelos vistos não é. Após três dias, disseste-me que precisavas de um tempo. Passaram cinco dias e eu não sei nada de ti. Sei apenas que na tua opinião sou o rapaz mais lindo que existe, mas não sei mais nada. Em cinco dias apenas me dizes um piropo superficial e barato, como se apenas o meu ser fosse feito de algo exclusivamente exterior.Disseste também que me ias telefonar- não telefonas-te, já para não falar no prometido encontro sexta-feira ao qual faltaste sem me dar uma explicação. Que estejas a passar por uma grande hesitação, compreendo, agora o que não compreendo é que estejas a passar por ela agora, porque sempre me havias dito que em ti só havia certezas, nunca dúvidas. E agora? Em que ficamos? Vou fugir. Não acho certo que tenhas magoado duas pessoas em tao pouco tempo. È que a massa cinzenta que temos cá dentro, curiosamente foi feita para pensar e para tentar evitar erros destes. Se nunca tivesses andado comigo, hoje era muito mais feliz pois viveria na ilusão do que poderia ter sido o nosso amor. A palavra que me ocorre é DeSiLuSão. Muita, mUita, mas mesmo muita.Acho que nunca esperei isto de ti. Mas eu não vou ficar à tua espera. tenho uma vida para viver e agora que a descobri não vou ficar agarrado a uma memória inesquecível,sim, mas perdida.
Sunday, February 08, 2004
Nunca sei por onde começar. Sei apenas que tenho de fazer alguma coisa que compense o facto de tu não estares a meu lado.
Ficamos horas a conversar. Perdemo-nos nas horas da madrugada e deixamo-nos ir por conversas que nos faziam rir de momentos que passamos juntos e por situações que agora são completamente caricatas. Afinal, precipitei-me...e custou-me a tua presença...não sei como vai ser daqui para a frente, mas sei, agora, que eu amei alguém e continuo a amar. Que o meu coração dispara quando estou com alguém. Aquele sentimento que eu sempre procurei, afinal vivia em mim. Em mim e no beijo molhado que demos. Não me lembro de outro igual. Vejo-te a olhar para mim, a pensares no que vais fazer, quemvais deixar para trás, quem vais magoar. Não te aborreças com isso. Deixa as coisas tomarem forma de modo k a solução se aviste de perto. Eu estou aqui, por enquanto, mas estou aqui.
E estou aqui, porque ao teu lado sou feliz, porque ao teu lado sempre fui eu, porque ao teu lado esqueço-me do mundo e só me apetece ir ver a Lua e as estrelas contigo.
Até manhã, beijo
Ficamos horas a conversar. Perdemo-nos nas horas da madrugada e deixamo-nos ir por conversas que nos faziam rir de momentos que passamos juntos e por situações que agora são completamente caricatas. Afinal, precipitei-me...e custou-me a tua presença...não sei como vai ser daqui para a frente, mas sei, agora, que eu amei alguém e continuo a amar. Que o meu coração dispara quando estou com alguém. Aquele sentimento que eu sempre procurei, afinal vivia em mim. Em mim e no beijo molhado que demos. Não me lembro de outro igual. Vejo-te a olhar para mim, a pensares no que vais fazer, quemvais deixar para trás, quem vais magoar. Não te aborreças com isso. Deixa as coisas tomarem forma de modo k a solução se aviste de perto. Eu estou aqui, por enquanto, mas estou aqui.
E estou aqui, porque ao teu lado sou feliz, porque ao teu lado sempre fui eu, porque ao teu lado esqueço-me do mundo e só me apetece ir ver a Lua e as estrelas contigo.
Até manhã, beijo
Problema de Expressão
Só para dizer que te amo
nem sempre encontro o melhor termo
nem sempre escolho o melhor modo...
Devia ser como no cinema
A língua Inglesa fica sempre bem
e nunca atraiçoa ninguém...
O teu mundo está tão perto do meu
e o que digo está tão longe como o mar está do céu....
Só para dizer que te amo
nem sei porquê este embaraço
que mais parece que só te estimo
E mesmo no momento em que digo que não quero
e õ que sinto por ti
sãõ coisas confusas
e até parece que estou a mentir
as palavras custam a sair
não digo o que estou a sentir
Digo o contrário do que estou a sentir
O teu mundo está tão perto do meu
e o que digo está tão longe como o mar está do céu
e é tão difícil dizer amor
é bem melhor dizê-lo a cantar
Por isso esta noite
fiz esta canção para resolver o meu problema de expressão
para ficar mais perto
bem mais de perto
ficar mais perto
bem mais de perto...
Clã
Só para dizer que te amo
nem sempre encontro o melhor termo
nem sempre escolho o melhor modo...
Devia ser como no cinema
A língua Inglesa fica sempre bem
e nunca atraiçoa ninguém...
O teu mundo está tão perto do meu
e o que digo está tão longe como o mar está do céu....
Só para dizer que te amo
nem sei porquê este embaraço
que mais parece que só te estimo
E mesmo no momento em que digo que não quero
e õ que sinto por ti
sãõ coisas confusas
e até parece que estou a mentir
as palavras custam a sair
não digo o que estou a sentir
Digo o contrário do que estou a sentir
O teu mundo está tão perto do meu
e o que digo está tão longe como o mar está do céu
e é tão difícil dizer amor
é bem melhor dizê-lo a cantar
Por isso esta noite
fiz esta canção para resolver o meu problema de expressão
para ficar mais perto
bem mais de perto
ficar mais perto
bem mais de perto...
Clã
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